A explosão de hormônios no corpo de um adolescente faz com que a gente mude muito em muito pouco tempo, uma coisa interessante até, mas embaraçoso em outras coisas.
As coisas que postei no início desse blog, se eu tivesse que escrever hoje de novo, eu faria de maneira diferente praticamente todas, sendo que esse blog não tem nem um ano de vida ainda. E eu acho que é isso que resume a adolescência, essa mudança de comportamento de maneira muito rápida, e também o amadurecimento de boa parte das pessoas (mas sempre continuam os idiotas que nunca amadurecem). Quase sempre, ao lembrar das coisas que você fez no colégio ano passado, vai dizer "puta merda mano, fui muito idiota em ter feito aquilo", e daí bate aquela puta vontade de voltar no tempo e fazer as coisas diferentes, e as coisas que eu e você estamos fazendo agora, seja lá quais sejam, no ano que vem talvez se arrependamos de fazer também, ou nos próximos meses eu perceba que fui muito tosco em ter feito esse post de tal maneira, mas assim é a vida, e só nos resta tentar nos acostumarmos a essa grande vadia, que aliada ao tempo, pode nos causar muitos problemas. rs
As coisas que postei no início desse blog, se eu tivesse que escrever hoje de novo, eu faria de maneira diferente praticamente todas, sendo que esse blog não tem nem um ano de vida ainda. E eu acho que é isso que resume a adolescência, essa mudança de comportamento de maneira muito rápida, e também o amadurecimento de boa parte das pessoas (mas sempre continuam os idiotas que nunca amadurecem). Quase sempre, ao lembrar das coisas que você fez no colégio ano passado, vai dizer "puta merda mano, fui muito idiota em ter feito aquilo", e daí bate aquela puta vontade de voltar no tempo e fazer as coisas diferentes, e as coisas que eu e você estamos fazendo agora, seja lá quais sejam, no ano que vem talvez se arrependamos de fazer também, ou nos próximos meses eu perceba que fui muito tosco em ter feito esse post de tal maneira, mas assim é a vida, e só nos resta tentar nos acostumarmos a essa grande vadia, que aliada ao tempo, pode nos causar muitos problemas. rs
E aqui posto para vocês o que a Lya luft escreveu em sua coluna semanal da Veja na edição do dia 16/02/11. Espero que gostem, pois afinal, eu achei brilhante.
A Maior Ironia - Lya Luft
A Maior Ironia - Lya Luft
Com o
ensino cada vez pior - e ainda por cima sendo mais difícil conseguir
uma reprovação -, temos gente saindo das universidades quase sem saber
coordenar pensamentos e expressá-las por escrito, ou melhor: sem saber o
que pensar das coisas, desinformados e desinteressados de quase tudo.
Fico imaginando como será em algumas décadas. A ignorância
alastrando-se pelas casas, escolas, universidades, escritórios,
congressos, senados... Multidões consumistas ululando nas portas e
corredores de gigantescos shoppings, países inteiros saindo da
obscuridade - não pela democracia, mas para participar da orgia de
aquisições, e entrar na modernidade.
Em
algumas coisas sou pessimista: essa é uma delas. Mas acredito que os
que ainda quiserem pensar, estudar, descobrir, inventar, pintar, dançar,
cantar ou escrever vão viver numa espécie de ilha. Talvez em
universidades tradicionais ou ultra-adiantadas, ou no aconchego de
bibliotecas em casa, praticamente todas de e-books ou recursos com que
nem sonhamos, exigindo pouco espaço.
Já
existem em países adiantados intelectuais, pensadores, pesquisadores,
cientistas pagos simplesmente para pensar. Criar, inventar, descobrir.
Um deles, meu conhecido, cujo hobby é tocar piano, conseguiu, sem ter de
pedir, uma sala enorme à prova de som, para tocar altas horas ou de
dia, sem incomodar vizinhos.
As
atuais agitações em países do Oriente me fizeram pensar que a filosofia
(os gregos) foi substituída pela religião, a religião pelas
ideologias, e as ideologias, atualmente, pelo consumismo. Não sou
contra consumir, gosto do meu celular eficiente e relativamente
moderno, embora saiba que em poucas semanas, ou dias, ele estará
ultrapassado. Isso não me incomoda. Não me deixa ansiosa por trocar
este por outro, que em pouco tempo também deverá ser substituído, numa
compulsão idiota. Não gosto é dessa compulsão idiota. Meu computador e
meu notebook são atualizados e eficientes, mas não me importa que em
algumas semanas estejam superados, desde que funcionem bem.
Gosto
de poder trocar de carro quando o outro bate biela (não sei o que é
biela mas ouvi falar). Porém, nem posso nem desejo estar sempre com o
último modelo, ou o mais luxuoso. Diante da miséria de meu país, acho
que isso me envergonharia, como caríssimas joias e bolsas ou roupas de
grife. Vivo uma busca de simplicidade, que ajuda bastante a viver
curtindo mais e melhor as coisas boas que existem no meio do horror.
Podem ser simplíssimas, como um livro interessante, um Mozart profundo,
as crianças que correm no jardim de uma casinha que temos na montanha.
Um casal de guaxinins fez seu ninho embaixo da varanda, nosso novo
encantamento.
Se
a gente não consegue coisas desse tipo, a vida fica pesada demais.
Corrida demais. Relógios demais, compromissos demais, bebida, comida,
contas demais, e de repente a velha prostituta que chamamos Morte revira
seus olhos sinistros de gato, limpa os bigodes e prepara o bote.
E
nós, onde estamos? Em casa, na cama, na loja, no bar, na praia, na
multidão enlouquecida, na solidão do hospital - ou rodeados de alguns
afetos essenciais? Ou sozinhos, mas apaziguados? Ou em alguma ilha, que
pode ser de artistas ou pensadores dignamente valorizados, ou no
minúsculo escritório, ou quarto, em casa, sentindo o contentamento de
alguns momentos bons, ou simplesmente refletindo, contemplando?
Vamos
ter “aproveitado” a vida, coisa que se aconselha aos jovens desde o
tempo de minhas avós - aos rapazes naturalmente, naqueles tempos de
moças recatadíssimas -, vamos continuar infantilizados, ou vamos
melhorar um pouco como seres humanos? Ou isso tudo não nos interessa
nadinha (o que é mais provável)?
O
que vai ser, o que vamos sentir, alegria ou tormento, ansiedade inútil
ou trabalho de crescimento pessoal, e como vamos enfrentar as unhas
afiadas daquela velha dama de gélidos olhos? Quase sempre depende de
nós, que giramos feito baratas tontas em busca da última novidade, do
mais moderno acessório, da mais louca diversão. E essa é a maior ironia.
Vulgo Palavrões.
Pois bem, caso vocês não tenham percebido, a cada ano que passa esse tipo de palavreado se torna mais comum entre as pessoas, principalmente entre os jovens. A cada ano que passa os jovens vão se tornando mais habituados a falar palavrões, e vai chegar o dia em que a primeira palavra de um bebê vai ser "toma no cu" ou algo do tipo, e não adianta dizer que você é correto, que não fala palavrão, TODOS falam algum palavrão pelo menos uma vez por dia, nem que seja só em pensamento, mas um simples "puta merda" já é considerado palavrão, e não há discussão em relação a isso.
E o pior (ou mais justo talvez) é que não são só os homens que falam palavrão hoje em dia. No passado até havia algumas mulheres que falavam, mas eram só as menos "santas" e mesmo assim não era nada muito "pesado", mas hoje a coisa tá diferente, qualquer patricinha de um colégio particular de hoje já fala coisa que "os mano" de escola pública falam, e o pior é que todos pensam que isso é normal, e nesse sentido até é, pois se um tem direito a falar palavrão, todos tem. Mas o que me assusta é a frequência com a qual eles são emitidos. Hoje eles não são mais usados só pra xingar o outro ou ocasionalmente quando tu queria reclamar de uma burrada que tu fez ou outro fez. Por exemplo: "vai te fuder" era considerado uma frase de bastante efeito quando se queria ofender alguém, ou falar "merda" quando derrubava alguma coisa e afins. Mas hoje o palavrão virou motivo pra qualquer contexto, seja pra cumprimentar alguém: "eaí seu viadinho!", pra brincar: "hahaha, tu tá fudido", as boas e velhas para ofender alguém (só que cada vez piores, tanto que nem me darei o trabalho de mencionar), as que são ditas como reação após alguma burrada cometida pelo própio emissor do palavrão ou por um terceiro e muitas outras maneiras que não me recordo no momento. E tudo isso contribui para a banalização, por assim dizer, do palavrão, tornando esse linguajar uma coisa comum, o que para os de mais idade, como nossos pais, que ainda nos repreendem quando falamos "caralho", pode ser o final dos tempos, e no futuro para nós, quando nós formos de mais idade e tivermos os nossos filhos, que vão ter DIFICULDADES em falar frases que não contenham pelo menos uma palavra desse linguajar.
E por fim, só gostaria de comunicar que não estou fazendo esse post pelo fato de que quero dar uma de moralista e fazer com que todos que lerem isso parem de falar palavrão, isso jamais, até porque eu falo frequentemente também e não vou deixar de falar, afinal, isso já está presente no meu cotidiano, na minha cultura e na minha vida. Eu só fiz esse post porque acho que ninguém nunca parou pra pensar sobre a forma de como os palavrões estão ganhando cada vez mais espaço no cotidiano, e eu só queria refletir com vocês isso e deixar minha opinião também, é claro. q
Pois bem, caso vocês não tenham percebido, a cada ano que passa esse tipo de palavreado se torna mais comum entre as pessoas, principalmente entre os jovens. A cada ano que passa os jovens vão se tornando mais habituados a falar palavrões, e vai chegar o dia em que a primeira palavra de um bebê vai ser "toma no cu" ou algo do tipo, e não adianta dizer que você é correto, que não fala palavrão, TODOS falam algum palavrão pelo menos uma vez por dia, nem que seja só em pensamento, mas um simples "puta merda" já é considerado palavrão, e não há discussão em relação a isso.
E o pior (ou mais justo talvez) é que não são só os homens que falam palavrão hoje em dia. No passado até havia algumas mulheres que falavam, mas eram só as menos "santas" e mesmo assim não era nada muito "pesado", mas hoje a coisa tá diferente, qualquer patricinha de um colégio particular de hoje já fala coisa que "os mano" de escola pública falam, e o pior é que todos pensam que isso é normal, e nesse sentido até é, pois se um tem direito a falar palavrão, todos tem. Mas o que me assusta é a frequência com a qual eles são emitidos. Hoje eles não são mais usados só pra xingar o outro ou ocasionalmente quando tu queria reclamar de uma burrada que tu fez ou outro fez. Por exemplo: "vai te fuder" era considerado uma frase de bastante efeito quando se queria ofender alguém, ou falar "merda" quando derrubava alguma coisa e afins. Mas hoje o palavrão virou motivo pra qualquer contexto, seja pra cumprimentar alguém: "eaí seu viadinho!", pra brincar: "hahaha, tu tá fudido", as boas e velhas para ofender alguém (só que cada vez piores, tanto que nem me darei o trabalho de mencionar), as que são ditas como reação após alguma burrada cometida pelo própio emissor do palavrão ou por um terceiro e muitas outras maneiras que não me recordo no momento. E tudo isso contribui para a banalização, por assim dizer, do palavrão, tornando esse linguajar uma coisa comum, o que para os de mais idade, como nossos pais, que ainda nos repreendem quando falamos "caralho", pode ser o final dos tempos, e no futuro para nós, quando nós formos de mais idade e tivermos os nossos filhos, que vão ter DIFICULDADES em falar frases que não contenham pelo menos uma palavra desse linguajar.
E por fim, só gostaria de comunicar que não estou fazendo esse post pelo fato de que quero dar uma de moralista e fazer com que todos que lerem isso parem de falar palavrão, isso jamais, até porque eu falo frequentemente também e não vou deixar de falar, afinal, isso já está presente no meu cotidiano, na minha cultura e na minha vida. Eu só fiz esse post porque acho que ninguém nunca parou pra pensar sobre a forma de como os palavrões estão ganhando cada vez mais espaço no cotidiano, e eu só queria refletir com vocês isso e deixar minha opinião também, é claro. q
Brasil: "Graças a deus hoje é sábado!" "Por?" "Tem Zorra Total!"
USA: "Hey, let's watch Two and a half men?" "Or me could watch The Big Bang Theory.." "Okay then, I like both anyway"
E me pergunto: qual o problema do Brasil que eles não conseguem fazer nenhuma comédia inteligente, com piadas que tenham nexo? Após muito refletir eu cheguei a conclusão que talvez isso faça parte da cultura brasileira, infelizmente. A única comédia feita aqui que eu já liguei a televisão pra de fato assistir foi Toma Lá Dá Cá, que mesmo assim não se compara a qualquer comédia feita nos Estados Unidos, e olha que não são poucas, mas mesmo assim, tinha uma história, e as piadas se baseavam na história da série e tal, e eram engraçadas, mas saiu de ar porque o brasileiro persiste em ligar a merda da televisão pra olhar somente coisas como Zorra Total, Casseta e Planeta, A Turma do Didi, e mais outras porcarias que não me recordo agora. Eu me frustro com isso, só de imaginar que existam brasileiros espalhados por aí que simplesmente ligam a televisão especialmente pra assistir alguma coisa desse tipo, porque eu imagino que o nível intelectual dessa pessoa, pra assistir algo assim, deve ser muito baixo, e pra esses programas estarem a tanto tempo no ar, deve haver muitas pessoas com esse nível intelectual no Brasil, e isso é mais um problema que a falta de educação traz ao Brasil, que é pessoas ignorantes que só acham diversão em prostituição, tiração de sarro fútil, piadas sem nexo nem moral e etc. E se você é um dos que assiste alguma das séries que falei mal acima, faça um primário bem feito, e estude. E se você é um dos que concorda comigo, recomendo o Warner Channel.
USA: "Hey, let's watch Two and a half men?" "Or me could watch The Big Bang Theory.." "Okay then, I like both anyway"
E me pergunto: qual o problema do Brasil que eles não conseguem fazer nenhuma comédia inteligente, com piadas que tenham nexo? Após muito refletir eu cheguei a conclusão que talvez isso faça parte da cultura brasileira, infelizmente. A única comédia feita aqui que eu já liguei a televisão pra de fato assistir foi Toma Lá Dá Cá, que mesmo assim não se compara a qualquer comédia feita nos Estados Unidos, e olha que não são poucas, mas mesmo assim, tinha uma história, e as piadas se baseavam na história da série e tal, e eram engraçadas, mas saiu de ar porque o brasileiro persiste em ligar a merda da televisão pra olhar somente coisas como Zorra Total, Casseta e Planeta, A Turma do Didi, e mais outras porcarias que não me recordo agora. Eu me frustro com isso, só de imaginar que existam brasileiros espalhados por aí que simplesmente ligam a televisão especialmente pra assistir alguma coisa desse tipo, porque eu imagino que o nível intelectual dessa pessoa, pra assistir algo assim, deve ser muito baixo, e pra esses programas estarem a tanto tempo no ar, deve haver muitas pessoas com esse nível intelectual no Brasil, e isso é mais um problema que a falta de educação traz ao Brasil, que é pessoas ignorantes que só acham diversão em prostituição, tiração de sarro fútil, piadas sem nexo nem moral e etc. E se você é um dos que assiste alguma das séries que falei mal acima, faça um primário bem feito, e estude. E se você é um dos que concorda comigo, recomendo o Warner Channel.
Imagine there's no heaven
It's easy if you try
No hell below us
Above us only sky
Imagine all the people
Living for today
Imagine there's no countries
It isn't hard to do
Nothing to kill or die for
And no religion too
Imagine all the people
Living life in peace
You may say, I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope some day you'll join us
And the world will be as one
Imagine no possessions
I wonder if you can
No need for greed or hunger
A Brotherhood of man
Imagine all the people
Sharing all the world
You may say, I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope some day you'll join us
And the world will live as one
It's easy if you try
No hell below us
Above us only sky
Imagine all the people
Living for today
Imagine there's no countries
It isn't hard to do
Nothing to kill or die for
And no religion too
Imagine all the people
Living life in peace
You may say, I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope some day you'll join us
And the world will be as one
Imagine no possessions
I wonder if you can
No need for greed or hunger
A Brotherhood of man
Imagine all the people
Sharing all the world
You may say, I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope some day you'll join us
And the world will live as one
P.S: Só prestem atenção na letra (:
Muito bem, peço desculpas por uma penca de dias que fiquei sem postar, mas há dois motivos básicos: o primeiro, e mais influente, é a preguiça, e o segundo, a falta de assunto para postar. Porém, foi ontem, indo ao médico, que me surgiu um assunto que me deixou indignado pra caralho: convênios.
Todos devem pensar que convênio é uma maravilha, afinal, consegue deixar médicos particulares com um preço acessíveis a quem só tem condições de ir em um posto de saúde, mas por algum acaso, quem acha que o convênio é uma maravilha, já parou pra pensar na situação de quem não usa convênio algum ? Tipo, o cara paga uma fortuna pro médico particular te atender, daí enquanto o cara fica sentado esperando ser atendido, chegam umas criaturas de dar pena, apresentam aquela merda de convênio, e conseguem um desconto absurdo, tipo, não precisam pagar quase nada, e daí o cara que está sentado, que pagou sem porra de convênio nenhum, deve ficar como ?! O pobre chega lá pra ser atendido pelo mesmo médico e ter o mesmo atendimento, sendo que a diferença pelo que os dois pagaram chega a ser ridículo !
Não tenho nada contra pobres e nada contra ricos, só queria que as coisas fossem mais justas. Porra, se o cara não tem a grana suficiente pra pagar tal médico, ou vai em um mais barato, ou vai no posto de saúde, mas não, eles vão lá nos melhores médicos, onde quem não tem convênio nenhum paga uma fortuna, apresentam aqueles cartões ou seja lá o que for o comprovante disso, e conseguem a merda da consulta por uma mixaria. Esses convênios são uns absurdos contra quem tem maior renda, e deveriam ser banidos, afinal, você deve ir até onde o teu salário te sustenta, e não tentar ir nos melhores lugares com os convênios, sendo que em condições normais, não chegariam nem perto de ter o dinheiro pra ir em tal lugar.
Então é isso, e se você não recebe muito, mas vai nos melhores médicos da cidade porquê tem convênio, crie vergonha na cara e vai até onde tua renda aguenta sem esse tipo de ajuda, entendido ?
Eis que aqui escrevo sobre mais um assunto muito polêmico (pelo menos aqui no Brasil), o aborto, que para quem não sabe, é o ato de abortar um bebê durante sua gestação, ou seja, impedir o nascimento de uma nova vida.
Aqui no Brasil, o aborto é terminantemente proibido (exceto nos casos de gravidez que coloque a mãe em risco de vida ou da gravidez gerada a partir de um estupro), mesmo havendo várias clínicas que ilegalmente façam esse processo com as mães que desejam muito impedir um nascimento indesejado. Eu concordo com essa lei em partes, pois, se você abortar o bebê na casa dos 6 meses de gestação, de fato é um crime, pois nesse caso o bebê já terá vida, já poderá ser chamado de bebê, mas, por que raios de motivo é proibido que o aborto seja efetuado com menos de 3 meses de gestação ? Quem aprovou a lei não tinha o mínimo de conhecimento de que com esses poucos meses o bebê não passa de um aglomerado de células em desenvolvimento, que não tem merda de vida nenhuma ainda ?! Mas é aí que entra a Igreja, com suas teorias completamente furadas, dizendo que a partir do momento que a mulher engravida, uma nova vida já está dentro da sua barriga. Se isso fosse verdade mesmo, os homens deveriam ser proibidos de se masturbar, afinal, com o aborto proibido até nos primeiros meses de vida, o que se perde é só uma quantidade de células maior do que o homem perde toda vez que expulsa todos aqueles espermatozóides descarga abaixo. Isso me deixa mais puto ainda com a Igreja, que sempre mete o bico onde não deve, e faz com que uma lei absurda dessas seja aprovada, e o pior, a sociedade acredita que está lei é perfeita, que realmente há uma vida na barriga da gestante, o que vai totalmente contra os princípios da ciência, que de fato conserva a verdade de tudo.
O que eu sugiro é que essa lei não seja anulada/banida, longe disso, mas que os abortos sejam permitidos somente até os três meses de vida, onde o que há na barriga da gestante não passa de muitas células unidas. E antes que digam que eu estou redondamente enganado, pensem bem no que eu disse.